VERGONHA DO GOVERNO LULA
Cesar Ciélo, Sensacional !
Dessa vez não foi pelo fato de ter ganhado alguma prova de natação,
mas pela entrevista corajosa que deu ao jornal ”O ESTADO DE SÃO PAULO”.
Cesar, bastante irritado,
falou da falta de apoio da CBDA,
(Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).
César disse com todas as letras
“que não teve ajuda da confederação e muito menos do governo.
Sua vitória se deve à ajuda de seu pai e de patrocinadores.”
Para tanto estava treinando nos Estados Unidos.
O presidente da confederação (CBDA)
queria que ele voltasse para o Brasil,
e fosse ao palácio do planalto
para fazer o cartaz do presidente.
Coisas que ele rejeitou.
Daí para frente foi ameaçado de ficar
sem o pouco de facilidadesque a confederação lhe dava.
“- Minha vitória tem muito pouco a ver com eles”,
disse o nadador quando participou do troféu José Finkel,
nas piscinas do Corinthians.
“Querendo eles ou não, sou campeão olímpico, e isso eles terão que engolir.
Desde que me tornei profissional, em março, paguei tudo:
alimentação, hospedagem, e até meu técnico (o australiano Brett Hawke).”
Cielo ficou assustado, quando lhe perguntaram
se a CBDA havia ajudado em alguma despesa.”
Sua resposta foi essa:
-” Sério que vocês estão me perguntando isso?’
Pensei que vocês estivessem brincando.”
César Cielo contou que além de não receber auxílio da CBDA,
teve problemas com o presidente Lula.
-”Entre outras ameaças,
ele ameaçou suspender os pagamentos que eu vinha recebendo dos correios, quando disse a ele que não viria para uma cerimônia no palácio do Planalto.
Ele vivia telefonando para meus pais,
e não os deixava trabalhar sossegados.
Fiquei nervoso
e treinei mal por uns dias. Esse é o governo que temos.”
Pelo que se vê, o dedo do governo está em tudo.
Atletas têm que ir a Brasília para pedir a benção do ‘padrinho’
e para fazer propaganda do presidente.
Ainda bem que não vimos medalhistas em Brasília
puxando o saco do desgoverno.
QUE ABSURDO !!!
QUE CADA UM REPASSE DEVAGARINHO PARA SUA LISTA.
EM POUCO TEMPO, QUEM SABE, GRANDE PARTE DO POVO BRASILEIRO
TOMARÁ CONHECIMENTO DA VERDADE.
Dilma – o QUE O PT ESCONDE
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O que será que essa gurrilheira chama democracia??
Ministro rejeita recurso de Roriz contra Ficha Limpa
Como Aqui temos Um talvez mais, mas um Grande canalha de Plantão vamos ver no que isto dá. Mas por enquanto o STF está de PARABÉNS…
Mário Coelho CONGRESSO EM FOCO
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto rejeitou a reclamação apresentada pelo ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) contra a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10). Candidato ao quinto mandato no governo local, Roriz queria que seu registro de candidatura fosse aceito pela corte, independentemente das decisões tomadas pelos tribunais Superior Eleitoral (TSE) e Regional Eleitoral (TRE-DF). Ele foi barrado com base nas novas regras de inelegibilidade por conta da renúncia ao mandato de senador em 2007.
Ficha limpa chega ao Supremo Tribunal Federal
Com o julgamento da reclamação, a Lei da Ficha Limpa passa por seu primeiro teste no Supremo. No entanto, somente após o julgamento de um caso contestando diretamente a aplicação da norma é que os ministros poderão colocar um ponto-final na discussão se a Ficha Limpa é ou não constitucional.
Antes de entrar no STF, a defesa do ex-governador já tinha apresentado um recurso extraordinário no TSE, que será analisado pelo presidente da corte, ministro Ricardo Lewandowski. Os advogados do candidato pedem que a peça jurídica seja encaminhada para o Supremo. Caso ele admita o recurso, os ministros do STF vão analisar as minúcias do julgamento que resultou no indeferimento do registro de candidatura de Roriz.
No recurso, o ex-governador pedia, ainda, um novo julgamento pelo TSE caso o registro não lhe fosse concedido. Dessa vez, sem ter por base a Lei da Ficha Limpa. Como ele teve a candidatura contestada por conta da renúncia – que não era uma causa de inelegibilidade pela legislação antiga -, sem a nova norma, o candidato ao governo poderia concorrer livremente. Para embasar a ação, os advogados do ex-governador usaram cinco decisões do Supremo que, em algum momento, trataram do princípio da anualidade. O artigo 16 da Carta Magna diz que “a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”.
Entre os casos citados pelos advogados de Roriz, estão a emenda constitucional que aumentou o número de vereadores nas Câmaras Municipais, e as leis que proibiram a divulgação de pesquisas eleitorais 15 dias antes do pleito e que determinaram o fim da verticalização. Na visão dos advogados, a Ficha Limpa não pode ser aplicada em 2010. Porém, Ayres Britto entedeu que os precedentes citados na reclamação não se aplicam ao caso, pois não trataram especificamente de hipóteses de criação legal de condições de elegibilidade de candidatos a cargos públicos.
“Nas decisões alegadamente violadas, não estava em causa a Lei Complementar 135/2010, que sequer existia, à época. Lei cuja tese da sua aplicação imediata fundamentou o acórdão impugnado. Sendo assim, avulta a impertinência da alegação de desrespeito às decisões tidas por paradigmáticas. A menos que se pudesse atribuir efeitos irradiantes ou transcendentes aos motivos determinantes dos julgados plenários tomados naquelas ações abstratas”, disse Ayres Britto na decisão de ontem à noite (8), que deve ser analisada pelo plenário do STF.
Para o ministro, não existe identidade entre os casos citados pela defesa na reclamação e a Lei da Ficha Limpa. Entre as decisões citadas pelos advogados de Roriz, estão a emenda constitucional que aumentou o número de vereadores nas Câmaras Municipais, e as leis que proibiram a divulgação de pesquisas eleitorais 15 dias antes do pleito e que determinaram o fim da verticalização. “Certamente por isso é que o reclamante, ao transcrever trechos isolados de determinados votos plenários (alguns deles vencidos), não conseguiu demonstrar, minimamente que fosse, as supostas violações às nossas decisões plenárias”, disse.
INCOMPETÊNCIA OU CORRUPÇÃO
É Claro e notório o interesse do governo em manter as panelinhas para isso usam todo o tipo de estratagema só para poderem manter a roda da sem vergonhice entre os “CUMPANHEIROS” independentemente do quanto isso custe para o País, seu desenvolvimento e os empresários sérios que querem crecer. TRATA-SE DA MAISOR CORJA DE CORRUPTOS INCOMPETENTES DE QUE JÁ TIVE CONHECIMENTO.
Nº EDIÇÃO: 667 | 16.JUL – 21:00 revista isto é dinheiro

Juan Quirós, presidente do grupo Advento
“É preciso abrir o mercado para a Copa de 2014″
O empresário Juan Quirós, dono do grupo Advento, que já fatura mais de R$ 1 bilhão com quatro companhias na área de construção, defende uma tese polêmica: a abertura das concorrências para empresas menores e até para grupos internacionais.
Por Leonardo Attuch
Só assim, diz ele, o País poderá construir os 12 estádios da Copa de 2014, no padrão exigido pela Fifa, sem estourar os custos estimados em R$ 4 bilhões. “Grupos de fora podem trazer a tecnologia que foi utilizada nos estádios da África, neste ano, e da Alemanha, em 2006”, diz ele. Quirós também prega a democratização das grandes licitações do setor de infraestrutura. Leia a seguir sua entrevista à DINHEIRO.
DINHEIRO – Terminada a Copa da África, os chefes da Fifa acabam de declarar que ainda falta tudo no Brasil para 2014. Eles estão certos? De certa forma, sim. Muitos estádios não foram licitados, os aeroportos estão numa situação precária, com o transporte de passageiros crescendo 30% ao ano, e ainda existem problemas políticos como o do estádio de São Paulo. É muita coisa para resolver, num prazo relativamente curto. Mas acredito que a partir de agora as decisões serão tomadas aceleradamente.
JUAN QUIRÓS –
DINHEIRO – Qual é a melhor alternativa para São Paulo? Hoje, ainda é a reforma do estádio do Morumbi, onde um dos principais problemas é resolver a questão do estacionamento. O estádio já está lá, existem soluções para o sistema de transporte e a reforma pode ser feita no prazo necessário. Só que São Paulo precisa tomar uma decisão com rapidez porque esse tema acabará sendo utilizado na eleição estadual. Não faz nenhum sentido a região mais rica do País não ter um estádio apto para sediar uma Copa do Mundo no Brasil.
QUIRÓS –

“Ampliar Viracopos é mais barato do que fazer outro aeroporto em São Paulo”
Terminal de Viracopos, em Campinas (SP)
DINHEIRO – Mas se a Fifa é contra o Morumbi, sobrou o de Pirituba, não?Na minha opinião, o projeto do Piritubão não atende aos prazos de 2014. Isso porque não está pronto o acesso viário para a região. E o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, já disse que é contra um projeto que envolva o dispêndio excessivo de recursos públicos. De que adianta construir uma nova arena com recursos privados, se toda a infraestrutura será muito mais cara? O projeto do Piritubão não custaria menos de R$ 1 bilhão, enquanto o gasto estimado da reforma do Morumbi é da ordem de R$ 650 milhões. Ainda assim, é muito dinheiro para São Paulo.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Há risco de São Paulo ficar de fora? Se o Morumbi não for aceito, acredito que ainda existe uma terceira alternativa, que talvez seja a mais barata de todas.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Qual seria?Eu defendo a construção de um estádio na região próxima ao aeroporto de Viracopos, em Campinas, que já é servida pelas rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Até porque o projeto do trem-bala, que está sendo licitado agora, só terá uma parte pronta antes de 2014, que é justamente a ligação entre São Paulo e Campinas. Um estádio novo, para 60 mil espectadores, no padrão exigido pela Fifa, custaria entre R$ 350 milhões e R$ 400 milhões. É bem mais barato do que o Piritubão e do que a própria reforma do Morumbi.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Mas não seria estranho abrir a Copa fora de uma capital?Não, porque as regiões de São Paulo e Campinas estão se fundindo. Esse estádio estaria a menos de uma hora da Marginal Tietê. É menos tempo do que muita gente que vive na própria cidade de São Paulo levaria para ir ao Morumbi – e isso sem falar no trem-bala. Além disso, há todo um público de regiões prósperas do interior de São Paulo.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Mas se muita gente diz que São Paulo não precisa de um quarto estádio, o que dizer de Campinas? Não seria mais um grande elefante branco? Acho que não. O interior de São Paulo tem clubes fortes, que mandam seus jogos em estádios dentro das cidades. Como muitos desses times estão quebrados, deveriam demolir seus estádios e investir em outro tipo de imóvel, como um shopping, para obter renda extra. E mesmo os grandes clubes da capital paulista, como Corinthians, São Paulo e Palmeiras, têm atraído mais público quando mandam seus jogos no interior.
QUIRÓS –

“O estádio do Morumbi ainda é mais viável do que o projeto de Pirituba”
Estádio do São Paulo, que, até agora, não foi aceito pela Fifa
DINHEIRO – A sua empresa pretende participar da construção dos estádios?Sim, mas para isso é preciso abrir o mercado da construção. Não adianta fazer uma licitação exigindo capital social mínimo de R$ 1 bilhão das empresas. Se for assim, vai acabar sendo um jogo para poucas empresas.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Empresas menores teriam capacidade para fazer os estádios? Ninguém no Brasil tem experiência nessas novas arenas. Nem nós, nem as grandes empreiteiras. Os estádios que estão aí foram feitos há décadas. O que defendo é a democratização das oportunidades. Gostaríamos de participar associados a grupos estrangeiros, como os que fizeram os estádios das duas Copas mais recentes.
QUIRÓS –
DINHEIRO – A Copa da África pode ser um bom modelo? Acredito que sim. Um ano atrás, muita gente dizia que iria dar errado. Hoje, todos dizem que foi um sucesso. Estádios belíssimos, modernos e com uma boa infraestrutura ao redor. O Brasil tem obrigação de, no mínimo, fazer algo tão bom como a África do Sul foi capaz de realizar e temos capacidade técnica para procurar fazer melhor.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Ainda assim, os custos estouraram. Quanto mais se demora a licitar, maior o risco. Mas não adianta fazer com pressa. É preciso fazer rápido, mas também com correção. A sociedade, o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União estão atentos aos custos dos estádios. Se fizerem com pressa, restringindo a participação a poucas empresas, o risco é o governo se tornar prisioneiro de uma guerra de liminares, movida por aqueles que se sentirem prejudicados.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Os estádios são um ponto importante para a Copa. Mas e os aeroportos? É um problema ainda mais urgente. E também neste caso é importante fazer licitações mais inteligentes, distinguindo o que é construção pesada do que é uma construção mais leve. Em vez de licitar toda a reforma ou a construção de um novo terminal, é possível dividir as disputas em blocos. Empresas de construção pesada, por exemplo, podem construir as novas pistas. E grupos como o nosso entrariam nas disputas dos terminais, que hoje são praticamente shopping centers. É a saída mais eficiente para o poder público.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Por quê?Porque existe uma especialização na engenharia. Uma grande empreiteira é mais eficiente na construção de uma estrada ou de uma ponte. Mas outras, especializadas em construções comerciais e industriais, podem ser mais ágeis para construir um terminal.
QUIRÓS –
DINHEIRO – São Paulo precisa de um terceiro aeroporto ou pode-se resolver o problema com a ampliação de Guarulhos? O problema de São Paulo não é o excesso de tráfego aéreo, mas sim a superlotação dos terminais. E bem melhor e mais barato do que construir um outro aeroporto seria fazer a terceira pista em Guarulhos e também ampliar o terminal de Viracopos, na cidade de Campinas, de onde partirá o trem-bala.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Vocês pretendem também participar do projeto do trem-bala? Não das grandes obras em si, como a perfuração dos túneis e a instalação dos trilhos. Mas nós temos muito interesse em construir as estações, que também serão pequenos shopping centers, como são na França, na Coreia, no Japão e em todos os países que têm trens de alta velocidade. O importante é que as grandes empreiteiras também enxerguem que não podem fazer tudo sozinhas. É preciso dividir para que todos os grupos empresariais se beneficiem.
QUIRÓS –
DINHEIRO – O grupo Advento também participa de grandes projetos comerciais e industriais. Vocês sentem que o investimento voltou para valer? Está voltando. No primeiro semestre, na verdade, as empresas ficaram em compasso de espera. E só agora estão investindo pesado, em ampliação da capacidade, para recuperar o tempo perdido. De um mês para cá, ganhamos uns sete projetos importantes, considerando fábricas, hipermercados e shoppings.
QUIRÓS –
DINHEIRO – Com a economia crescendo 7%, o nível de investimentos já garante a retomada sem inflação?Ainda havia uma certa ociosidade na indústria. Mas, como a tendência é de que a economia brasileira continue crescendo forte, entrando de fato num ciclo de desenvolvimento de longo prazo, será preciso investir mais. Temos hoje 8,5 mil funcionários distribuídos nas nossas obras em todo o Brasil e devemos chegar ao fim do ano com dez mil. Estamos estimando uma receita de R$ 1,1 bilhão, mas a nossa carteira de contratos, o chamado backlog, está crescendo.
QUIRÓS –
DINHEIRO – A infraestrutura não será uma barreira ao desenvolvimento?Acho que todos os candidatos já têm consciência do tamanho do desafio. E acredito até que as concessões dos aeroportos serão licitadas neste governo, depois das eleições.
QUIRÓS –
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